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Personalidades

Nesta seção mostraremos aos nossos leitores algumas personalidades que fizeram e que fazem a diferença, seja por seu estilo, seu comportamento e objetivo de vida.


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Eliezer Batista da Silva (Nova Era, Minas Gerais, 4 de maio de 1924) é um engenheiro brasileiro, que se notabilizou na presidência da Companhia Vale do Rio Doce, que exerceu por duas vezes, e por sua atuação no Programa Grande Carajás (PGC), a primeira iniciativa de exploração das riquezas da província mineral dos Carajás, abrangendo áreas do Pará até o Xingú, Goiás e Maranhão. É filho de José Batista da Silva e de Maria da Natividade Pereira, e pai do empresário Eike Batista, o homem mais rico do país.

Silva diplomou-se pela Escola de Engenharia da Universidade do Paraná, em 1948.  Engenheiro ferroviário, em 1949 foi contratado pela Vale - então uma empresa inexpressiva - e tornou-se seu primeiro presidente oriundo dos quadros da empresa, tendo assumido sua presidência em 1961. Coube a Eliezer Batista transformar a mineradora em uma das maiores companhias do planeta, presidindo-a de 1961 a 1964 e de 1979 a 1986.

Poliglota autodidata, aprendeu sozinho russo, inglês, alemão, francês, italiano e espanhol, e adquiriu noções básicas de grego. Fonte: Wikipédia

Assista um pouco mais sobre a história desta personalidade:




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O Diamante Negro da Nobreza



Na noite de 22 de novembro de 1910, dia em que o marechal Hermes da Fonseca completava sua primeira semana como presidente da República, teve início no Rio de Janeiro, então capital do Brasil, a chamada Revolta da Chibata. Protagonizado por marinheiros da Armada brasileira, o movimento defendia, entre outras coisas, o fim dos castigos físicos aplicados aos graduados da Marinha, como a chibatada, por exemplo.

Os castigos, suspensos pela Armada logo após a Proclamação da República, foram retomados no ano seguinte como forma de controle e punição dos marinheiros - em sua maioria, negros e pobres. Poderiam receber chibatadas aqueles que cometessem faltas graves, como, por exemplo, o desrespeito à hierarquia militar.

Os castigos físicos, porém, contrastavam com as punições aplicadas pelas marinhas de outros países a seus graduados e, principalmente, com a fase modernizadora vivida pela Armada brasileira na época. Embora a escravidão tivesse sido abolida oficialmente mais de vinte anos antes, o uso da chibata pela oficialidade branca reproduzia, de certa forma, a mesma relação estabelecida entre os escravos e seus senhores até o final do século 19.

Depois de ferir um oficial a bordo do navio Minas Gerais, o marinheiro Marcelino Rodrigues de Menezes foi condenado a receber 250 chibatadas como castigo. O rigor da punição, aplicada sob os olhares da tropa, provocou indignação entre os graduados da Marinha. Desde o ano anterior, quando voltaram de uma missão junto à Armada inglesa, os marinheiros vinham se articulando contra os castigos físicos, tendo, inclusive, formado o Comitê Geral da revolução, liderado por João Cândido - o "Almirante negro".

Os marinheiros logo assumiram o controle do Minas Gerais, que estava em trânsito para o Rio de Janeiro, matando quatro oficiais que seguiam a bordo, incluindo o comandante do navio. Na manhã do dia 23, já no Distrito Federal, os revoltosos, que haviam conseguido o apoio de outras embarcações da Marinha brasileira, encaminharam um manifesto ao presidente da República.

Na carta, escrita no dia anterior, os marinheiros afirmavam não poder mais suportar "a escravidão dentro da Marinha", declarando-se a favor de uma reforma no "código imoral e vergonhoso que nos rege a fim de que desapareça a chibata [...] e outros castigos semelhantes". O manifesto dava ao marechal Hermes da Fonseca o prazo de 12 horas para responder às demandas dos revoltosos.

Entretanto, o desfecho do movimento só ocorreria no dia 26, quando os marinheiros entregaram os navios, depois de o presidente da República aceitar o fim dos castigos físicos e sancionar a anistia aprovada pelo Senado no dia anterior. Já no dia 27, antes mesmo de suspender o uso das chibatas, Hermes da Fonseca assinou um decreto que permitia a exclusão de marinheiros da Armada sem a necessidade de instaurar um processo legal para tanto.

Com a aprovação do decreto, abriu-se o caminho para a expulsão de vários marinheiros que tinham participado do levante de novembro. Assim, poucos dias depois da rendição, teve início um novo levante, dessa vez, na ilha das Cobras, no Rio de Janeiro. Ao contrário do movimento anterior, a revolta de dezembro foi duramente combatida pela Marinha, que dizimou boa parte dos revoltosos, mesmo depois da rendição.

Dos sobreviventes, a maioria foi forçada a embarcar no navio Satélite, que seguiria em direção ao Amazonas, para trabalhar na produção da borracha. Alguns deles, contudo, nem chegaram ao destino: foram fuzilados a bordo da embarcação. Os demais revoltosos foram presos em calabouços da ilha das Cobras, sendo que, em pouco mais de um dia, apenas dois dos 18 graduados presos ali sobreviveram às condições insalubres do local - entre eles, João Cândido.

O destino do Almirante negro, porém, foi melancólico e desprovido de qualquer honra ou glória. Expulso da Marinha sob acusação de estar envolvido com o levante de dezembro, foi internado poucos meses depois como louco no Hospital dos Alienados, de onde só conseguiu sair depois de quase um ano e meio, após ser absolvido das acusações que pesavam contra ele por conta do movimento de 1910.

Leia mais sobre este héroi brasileiro no Link Mais Matérias.
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Fernando Bicudo - O ícone da Arte


Ele já foi chamado, em matérias jornalísticas, de "rei da ópera", "guerrilheiro da ópera" e "executivo da ópera". Esses epítetos são bastante próprios à carreira que, desde a década de 80, vem construindo Fernando Bicudo, transformando o que há de mais autêntico no Brasil em arte da melhor qualidade. Mas são insuficientes para dar conta da ambiciosa realização deste homem múltiplo, que já atuou nas mais diferentes frentes artísticas - ator, bailarino, pintor, diretor teatral, produtor de cinema, cenógrafo, estilista, diretor de ópera, diretor de televisão e produtor dos mais variados eventos culturais.

Nascido no Rio de Janeiro, em 19 de agosto de 1946, Fernando Luiz Bicudo passou sua infância no Rio, Natal e Belém. Esses primeiros anos talvez já fossem um prenúncio do que ele, adulto, viria a realizar, viajando os quatro cantos do país, munido de uma proposta audaciosa - a de que, a partir das raízes culturais brasileiras, é possível fazer arte requintada e endereçada a vastas platéias.

Chamado por Oscar Ornstein, o maior empresário brasileiro especializado na produção de megaeventos, de "o nosso Ziegfeld", alusão ao legendário produtor da Broadway, Bicudo soma, de fato, características raras em nosso meio, como idealismo e pragmatismo, inventividade e resgate da tradição, pioneirismo e consolidação. Atraído por desafios, é movido pela paixão e pela vontade de realização.

Esses traços já estavam presentes no jovem que, formado em Ciências Econômicas pela atual Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) - curso no qual ingressou em 1964, como primeiro colocado da turma - desenvolveu uma carreira brilhante na área de comércio exterior. Em 1970, seguiu para o Canadá, onde cursou Relações Internacionais, tornando-se Adido Comercial da Embaixada do Brasil em Ottawa. Dois anos mais tarde, idealizou e negociou a assinatura de um bilionário acordo de troca de nosso minério de ferro por carvão canadense, passo decisivo na viabilização econômica da abertura das minas da Serra de Carajás pela Cia. Vale do Rio Doce.

Em 1974, foi indicado para participar de uma nova companhia de comércio exterior da Petrobras Internacional, a Braspetro, da qual foi o primeiro Gerente de Marketing. Em seguida, foi nomeado Coordenador de Negócios da Petrobras com o Leste Europeu. Nesse período, aceitando novo desafio, criou e organizou o primeiro escritório de comércio exterior do Banco do Brasil (Cobec) em Toronto, no Canadá, transformado por ele no escritório de maior lucro no exterior. Devido ao sucesso, foi convidado em 1979 a acumular a vice-presidência executiva da Cobec também em Nova York. Em 1980, decidiu criar sua própria empresa de comércio internacional, em Nova York, a Brazam International Trading Corporation, especializada na venda de calçados brasileiros, que, entre outras iniciativas, foi responsável pela projeção mundial da Grendene. Pela criatividade no uso de novos materiais, Bicudo foi eleito, em 1983, um dos cinco melhores estilistas pelo National Fashion Council de Nova York.

Para saber um pouco mais sobre a vida de Fernando Bicudo, acesse o material abaixo. 
 

Biografia de Fernando Bicudo


  Assista algumas entrevistas de Fernando Bicudo para conhecê-lo um pouco melhor.







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Jaime Arôxa

Para quem não conhece Jaime Arôxa, apresento esse veterano da dança de salão que vem mostrar com muita classe que há muito mais na vida a se aprender.

Ele soube aproveitar com muita observação e maestria todos os ensinos do comportamento humano e soube aplicá-los como ninguém.

Um mestre na arte de se expressar, que usou como ninguém a dança como ferramenta de compreensão da mente e do corpo.

Mostrou que há como a mente e corpo caminharem juntos em plena harmonia, aonde eu assino embaixo e tenho como fonte de inspiração.

O meu acreditar vem da compreensão de todos os sentidos e que neles está o caminho da percepção e da força do trabalho em equipe.  Alberto Serrano


Acompanhe a participação de Jaime Arôxa no evento da Academia de Letras.




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O Multimúsico Carlinhos Brown
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlinhos_Brown


Carlinhos Brown teve uma infância pobre em recursos financeiros, no bairro do Candeal Pequeno, em Salvador. Mas a música sempre o aproximou das questões sociais. O músico criou vários projetos, programas e grupos musicais que modificam a vida de crianças e jovens carentes de Salvador. Através das mãos de Brown, já foram formados mais de 5.000 percussionistas que hoje se destacam tocando pelo Brasil e pelo mundo. Alguns em carreira solo, outros acompanhando grandes nomes da música mundial, como o grupo americano Stomp.

Após o sucesso da Timbalada, começou sua carreira solo oficial em 1996, com o lançamento do disco "Alfagamabetizado". Recentemente, o álbum entrou para a lista do livro "1001 discos para ouvir antes de morrer", que reúne opiniões de noventa críticos reconhecidos internacionalmente.

Veja algumas entrevistas de Carlinhos Brown no link Entrevistas


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Mãos Talentosas - A História de Ben Carson 
(Fonte http://bystarfilmes.blogspot.com/2010/01/maos-talentosas-historia-de-ben-carson.html)

EUA - "Benjamin Solomon Carson nasceu em Detroit, Michigan, em 18 de setembro de 1951. Sua mãe, Sonya Carson, largou a escola no terceiro ano e casou-se com Robert Solomon Carson, um ministro batista do Tennessee bem mais velho do que ela, que tinha apenas 13 anos. Quando Carson estava com 8 anos, os pais se separaram. Mrs. Carson ficou sozinha para cuidar de Benjamin e seu irmão mais velho, Curtis. Ela trabalhava em 2, e às vezes 3, empregos para sustentar seus meninos.

No início Carson experimentou dificuldades na escola, eventualmente tornando-se um dos últimos da turma. Ele passou a ser ridicularizado e desenvolveu um temperamento violento, que tinha dificuldade de controlar. Determinada a mudar o comportamento do filho, a mãe de Carson limitou as horas que o menino passava diante da TV. Exigiu que retirasse 2 livros por semana na biblioteca e fizesse um resumo por escrito de cada um. As notas de Carson começaram a mudar. "Nesse momento eu percebi que não era estúpido", ele lembrou depois.

Carson formou-se com louvor no Ensino Médio e ganhou uma bolsa para a Universidade de Yale, onde graduou-se em Psicologia. De Yale, ele passou para a Escola de Medicina da Universidade de Michigan, onde seu interesse mudou de psiquiatria para neurocirugia. "
"O Dr. Ben Carson entrou para a história da medicina no ano de 1987 ao separar gêmeos siameses unidos pela cabeça. Atualmente, Carson é diretor da Divisão de Neurocirurgia Pediátrica do Hospital Johns Hopkins, em Baltimore, Maryland.


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Regina Advento
Esse é Brasil que não conhecemos.

Conheça a historia dessa artista brasileira que mostra a arte com a maestria dos Deuses.

Esse é o Brasil que da certo!


Veja mais no link Regina Advento

Regina também fez a abertura de água coreografia de Pina Bausch de 2001, em 2006, fez em São Paulo a estréia de Trilha dos Sonhos - Traumpfade, sua primeira experiência como coreografa da qual também é solista.

Regina trabalhou com o Grupo Corpo, de Belo Horizonte, de 1984 a 1990, quando, depois de uma audição no Rio de Janeiro, foi convidada a se juntar ao grupo de Pina Bausch. Começou pelo Folkwang TanzStudio, dirigido pela coreografa numa escola de Essen. Em 1995, foi contratada para o elenco principal do Tanzthetar Wuppertal.

Filha de um pedreiro, nascido no morro da capital mineira, em 1965, contou, em entrevista a revista Veja, que, por ser negra, sofreu discriminação no inicio da carreira e nos primeiros tempos na Alemanha, onde chegou a ser agredida na rua. Logo, porém, passou a ser respeitada principalmente depois que passou a falar alemão " o suficiente para não levar desaforo para casa".

Leia matéria completa: Regina Advento - Portal Geledés


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Charles Chaplin
Nascia em Londres em 16 de abril de 1889, Charles Spencer Chaplin, que viria a ser uma lenda do cinema e o artista internacionalmente mais aclamado da primeira metade do século XX.

Chaplin, um dos mais financeiramente bem-sucedidos astros nos primórdios de Hollywood, subiu ao palco pela primeira vez quando tinha apenas cinco anos. Filho de artistas mambembes de Londres, o menino Chaplin estava assistindo a um show interpretado por sua mãe, quando a voz dela falhou a ponto de não poder emitir qualquer som. Num ímpeto, o menino montou ao palco a fim de prosseguir e terminar o ato.


O pai de Chaplin morreu quando Carlitos apenas começava a andar. Quando sua mãe teve um colapso nervoso e foi internada, Chaplin e seu meio-irmão mais velho, Sydney, vagaram sem destino por Londres, dançando nas ruas e juntando tostões num boné que estendiam após a performance. Finalmente foram recolhidos num orfanato, juntando-se mais tarde a uma trupe de dançarinos infantis, Eight Lancashire Lads (Os Oito Rapazes de Lancashire).


Com a ajuda da companhia de Fred Karno, que transformou o ‘music hall’ ao criar uma profusão de esquetes cômicos que faziam o público desatar em gargalhadas e que criou a comédia de pastelão, junto a qual seu meio-irmão já tinha se tornado um comediante popular, Chaplin, aos 17 anos, desenvolveu habilidades cômicas. Pouco demorou para que Chaplin criasse seu personagem e que se tornou uma marca registrada mundialmente consagrada: chapéu-coco, bengala, pés virados para fora, sapatos vários números maior, paletó estreito e calças largas e um característico bigodinho.


Já nos Estados Unidos, por ocasião de uma turnê da companhia Fred Karno, começou sua carreira no cinema quando ainda era um artista de vaudeville. Foi contratado pela Keystone de Marc Sennet, um dos primeiros estúdios cinematográficos. Filmou Making a Living (1914), em que desempenha um vilão bigodudo que usa um monóculo. Não demorou muito para que trabalhasse do outro lado da câmera, ajudando a dirigir seu 12º filme e dirigindo seu 13º, Carlitos e a Sonâmbula que ele mesmo interpreta.


Chaplin refinou o que viria a ser o seu legado, o personagem Charlie o Vagabundo. Assinou com a companhia Essanay em 1915 um contrato em que ganharia US$ 1,250 por semana, mais 10 mil de bônus, um enorme salto do que recebia - US$ 175 - da Keystone. No ano seguinte, firmou com a Mutual por 10 mil por semana mais um bônus de 150 mil para rodar 12 filmes anualmente, garantindo-lhe o total controle de criação sobre as películas. Em 1918, assinou com a First National por um milhão de dólares para rodar oito filmes. Chaplin resistiu à chegada do cinema sonoro. O seu primeiro filme em que acrescentou o som – Luzes da Cidade de 1931 – ele só utilizou a trilha sonora. Seu primeiro filme falado foi O Grande Ditador de 1940, no qual ridiculariza Hitler e o nazi-fascismo.


Chaplin fundou a United Artists Corporation em 1919 com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e o diretor D.W. Griffith. Chaplin, 43, casou-se pela terceira vez com Paulette Goddard, 21, com ela contracenandoTempos Modernos e O Grande Ditador. Sua quarta mulher, com quem se casou em 1943, foi Oona O’Neill, filha do consagrado dramaturgo Eugene O’Neill de Uma Longa Jornada Noite Adentro, que tinha 18 anos e ele 54.


Embora tenha vivido nos Estados Unidos durante 42 anos, Chaplin nunca se tornou um cidadão norte-americano. Pacifista, foi acusado de manter vínculos com o Partido Comunista, o que negou. Apesar disso, em 1952, funcionários da imigração impediram-no de ingressar no país. O casal não retornou aos Estados Unidos nos 20 anos que se seguiram. Instalaram-se na Suíça, em Vevey, perto de Genebra, com seus 8 filhos. Chaplin regressou aos Estados Unidos em 1972 para receber da Academia Cinematográfica um Oscar especial pelo “incalculável efeito que ele produziu ao fazer do cinema a Sétima Arte, a arte deste século. Faleceu em Vevey em 25 de dezembro de 1977 aos 88 anos.


Charles Chaplin, Charlot, Carlitos simplesmente parou o mundo sem proferir, na tela, uma única palavra. Chaplin, o menino prodígio de Londres, fruto de um lar em frangalhos, tornou-se uma lenda universal do humor, do cinema, da arte. Ator e mímico genial do cinema mudo conseguiu arrancar de milhões de espectadores de todos os quadrantes do planeta, a um só tempo, sonoras gargalhadas e pungentes lágrimas.


 
 

 
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PHIL COLLINS

"Going Back" - a behind the scenes look at the recording of Phil Collins new album

Phil Collins anuncia o fim de sua carreira e o motivo foi um problema nas cordas vocais, que dificulta o canto. Anteriormente teve problemas de audição também.
Anunciou que também irá parar de tocar bateria, pois após uma cirurgia em uma das vértebras da coluna cervical (próxima a nuca) teve como seqüela a perda da sensibilidade nos dedos que o impede de tocar o instrumento. Comentou inclusive, em tom de humor, que a única forma para tocar seria se alguém colar as baquetas em suas mãos. Mesmo com todos esses problemas ele fez historia.
É um exemplo de persistência para seguimos, diz Alberto Serrano.


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Bruce Springsteen


Fire

Bruce é sem dúvida a personificação do patriotismo. É um artista, um mito e até atrevo a dizer que seja uma lenda viva. Em suas músicas muitas vezes menciona passagens relacionadas aos trabalhadores americanos.

Posso dizer que é um artista como poucos, comenta Alberto Serrano.

É um íconeo palco, possui uma força inesgotável e muitas vezes explosiva. Ao longo de sua carreira deixou muito claro em que lado estava.  Ele mostrou que não basta ser só um artista, mas é necessário preocupar-se com o próximo.




Entrevista sobre "The Rising" (1/2) em espanhol

 

Entrevista sobre "The Rising" (2/2) em espanhol

 




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Conheça um pouco sobre a vida de Ney Matogrosso



Depois de dois anos preparando lâminas  de biópsia num hospital de Brasília, emprego arrumado por um médico, aos 19 anos, Ney cansou. Foi até o diretor e disse: “ tem um lugar pra mim com os loucos ou com as crianças?”.
Com loucos, não. Já com a crianças... “ Gostava de trabalhar com os pequenos por que eu, na verdade, era o brinquedo dele.” Na época já envolvido com teatro e cantor de coral, Ney passava o dia com crianças terminais. Dava aulas de pintura, organizava passeios ao zoológico, fazia teatro.
O moço, então, tirou licença do hospital, voltou para o Rio – onde já tinha servido a aeronáutica –e, dois anos depois, retornou a Brasília para pedir as contas, de vez, no hospital.
Disseram que eu estava louco de abrir mão do trabalho,  de uma possível aposentadoria. Eu disse, loucos são vocês que estão perdendo anos da sua vida  imaginando um futuro que não sabem nem se vai chegar.
Foi embora pra São Paulo ensaiar com os secos e molhado, sem saber se aquilo ia dar certo ou na. Tanto deu que ele largou as lâminas para , poucos anos depois, ter sua cabeça sobre uma bandeja impressa na capa do primeiro disco.
Texto de Laura Calvi Anic - Revista Personnalite - 4 de Setembro 2008.
Biografia Ney Matogrosso


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Ayrton Senna a personificação da torcida
Quando  eu lembro de Ayrton Senna, lembro-me não somente do personagem Ayrton ou de suas vitórias, mas lembro-me de um tempo em que era maravilhoso torcer.
Aonde  torcíamos não só pelas vitórias, mas também pelo “Amigo” Ayrton Senna. Nós brasileiros, achávamos amigos do dele e queríamos estar  em cada volta ao lado dele, em cada curva, em cada vitória. Mais do que isso, sabíamos torcer por um brasileiro.
É meu amigo “brasileiro”, era isso que o Ayrton Senna era o nosso brasileiro. Um brasileiro que levava seu país nas mãos e no coração.  passava para todos como era fácil torcer por um amigo ou mesmo por aqueles que não conhecemos.


Aquele que luta pelo seu sonho, que busca em cada espaço mostrar que é um vencedor e merece ser aplaudido. Aquele que acorda todo dia e pega sua condução e coloca nela a sua sede de vitória de um dia concluído. “Simplesmente os milhares de Airton Senna do Brasil”. Comentários de Alberto Serrano

Entrevista com Ayrton Senna - Roda Viva









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